Eficácia de produtos Anti-Rugas não médicos questionável.
Boston Globe (2/5, Lazar) noticiou que o principal ingrediente de vários produtos faciais anti-idade contêm “retinol, um componente da vitamina A que é menos potente que a tretinoína, outro derivado da vitamina A, que foi aprovado pelo FDA para o tratamento de rugas”, mas que só é comprado com prescrição médica. Os dermatologistas dizem que alguns destes produtos com retinol “podem diminuir a aparência de rugas finas”. Mas é difícil determinar se tais produtos “cumprem suas promessas”. Ainda revela que os anúncios dos produtos não-médicos “exageram suas promessas anti-idade”, incluindo algumas marcas “muito bem conhecidas” como “Chanel, Elizabeth Arden, Estee Lauder e Revlon”.
Comentários: Evidentemente produtos feitos para uma grande população não podem nem devem modificar estruturalmente a pele. Qualquer produto capaz de fazer uma modificação na pele, como por exemplo amenizar rugas, é passível de efeitos colaterais. Obviamente empresas do porte das citadas no artigo do jornal de Boston e que fazem produtos que são vendidos indiscriminadamente não podem correr riscos. Porisso a importância do produto médico, que atua sob a responsabilidade do dermatologista.
Pesquisa da Academia Americana de Dermatologia (AAD) evidencia que mulheres jovens desconsideram alertas relacionando o bronzeamento com o aumento de risco de melanoma.
Los Angeles Times (2/5, Kaplan) “No que tange a bronzeamento e saúde, mulheres jovens ainda não estão entendendo a mensagem,” segundo uma nova pesquisa da AAD. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos e a Organização Mundial de Saúde “declararam ser a radiação ultravioleta um conhecido carcinógeno”; e segundo a AAD, pessoas que se submetem ao bronzeamento em câmaras de luz UV “aumentam seu risco de desenvolver melanoma em 75%”.”Ainda assim, a AAD concluiu que “32% das mulheres jovens” declararam “ter usado a câmara bronzeadora no último ano, com 25% delas fazendo-o semanalmente.”
Fox News (5/2) o estudo, que envolveu ¨mais de 3,800 mulheres brancas não-hispânicas com idades de 14 a 22 anos¨ também concluiu que 81% das mulheres” referiram ter-se bronzeado ao sol frequente ou ocasionalmente no último ano¨. WebMD (2/5, Hendrick) apontou que o desejo pelo bronzeado aumentou co a idade, sendo duas vezes maior nas mulheres entre 18 e 22 anos de idade do que nas meninas com idades entre 14 e 17 anos.”
Comentários: Incrível a desinformação demonstrada pela população estudada. Especialmente se levarmos em consideração ser uma população de pele clara/claríssima, muito menos resistente à radiação ultravioleta, que sofre seus danos precocemente.
Felizmente não temos, com exceção de no sul do país, o hábito do uso das tais camas de bronzeamento com luz ultravioleta, verdadeiras fábricas de câncer de pele melanoma e não-melanoma. Isso provavelmente por conta do quase incessante sol que nos irradia.
Cabem mais campanhas educativas sobre os malefícios da radiação ultravioleta e sobre a importância do correto uso do filtro solar diário.
Fonte: Dermatology Daily, AAD

O comentários de "Saiu na Mídia…"
Comentar agora!