Nosso verão, no Rio de Janeiro e em quase todo o Brasil, é sinônimo de praia e piscina, pouca roupa, pernas de fora, alcinhas e que tais. Decididamente os pelos excessivos atrapalham as vestimentas menores desta estação. Então, fazemos depilação. A depender do método utilizado, a depilação é diária, semanal, quinzenal ou mensal. Além da dependência e desta enorme perda de tempo, dói. E os pelos voltam, às vezes com a tal “alergia à depilação”, que nada mais é do que a inflamação da raiz do pelo, a foliculite pós-depilatória.

A depilação a laser, chamada de permanente e não definitiva, há alguns pelos que retornam, demandando uma revisão a cada 1 ou 2 anos, exige um número de sessões de no mínimo quatro, com intervalos de 1 mes entre elas, para que se possa ter resultados interessantes. A média de sessões necessárias é de seis.  Com os equipamentos mais modernos a dor, se existe, é pequena, muito menor do que havia há tempos.

O ideal para que se faça a depilação a laser é que a pele não esteja bronzeada, para que se possam atingir fluências (potência do tratamento) maiores, com um decorrente menor número de sessões. Peles bronzeadas e até peles negras podem ser depiladas a laser, porém com um número maior de sessões.

Ou seja: A hora ideal para que se inicie o tratamento é esta, durante os meses de outono/inverno. Assim, chegamos ao verão já livres dos pelos.